Foi uma cantora e compositora holandesa. Encantou o mundo cantando na banda Shocking Blue com sua voz potente, rouca e andrógina. Mariska nasceu em Den Haag, Holanda, filha de um violinista húngaro e de uma alemã. Mariska começou sua carreira em 1963 e cantou em várias bandas até ser convidada a cantar no Shocking Blue em 1968. Em 1969/1970 o Shocking Blue ganhou fama mundial com a canção “Venus”, alegre e entusiasmado hit que conquistou os primeiros lugares das paradas e até hoje levanta qualquer pista de dança. Alguns ótimos sucessos de Mariska no Shocking Blue foram: “Never Marry a Railroad Man”, um pop delicioso com arranjos de alto nível; “Send Me a Post Card”, um grito roqueiro empolgante e bem construído. Tudo se deve à voz de Mariska, que juntamente com Annie Haslam do Renaissance e Joan Jett do The Runaways dominam a cena pop rock setentista.
O Shocking Blue se desfez em 01/07/1974 e Mariska seguiu em carreira solo com um estilo europop diferente mas sem alcançar o sucesso de antes. Os melhores momentos do Shocking Blue estão gravados em um DVD produzido na Holanda e alguns trechos deste registro podem ser encontrados na Internet. Mariska morreu de câncer em 2 de dezembro de 2006, com 59 anos. Sua voz única é um registro vocal raro de timbre metálico e potente, voz bem colocada e perfeita para o clima das décadas de 1960/1970, impossível de esquecer! Mariska Veres é considerada uma das melhores cantoras da cena pop rock mundial.
Álbuns lançados pelo Shocking Blue:
1968 Beat With Us (Polydor, Karussell) 1969 At Home (Pink Elephant) 1970 Scorpio’s Dance (Pink Elephant) 1971 Third Album (AKA Shocking You, Pink Elephant) 1972 Inkpot (Pink Elephant) 1972 Inkpot (Polydor) 1972 Live in Japan (Pink Elephant) 1972 Attila (Pink Elephant) 1972 Eve And The Apple (Polydor) 1973 Dream On Dreamer (Polydor) 1973 Ham (Pink Elephant) 1974 Good Times (Pink Elephant)
Laura Nyro ou Laura Nigro (nome de batismo) é uma cantora-compositora e pianista de grande importância e influência na história do rock feminino, nasceu dia 18 de outubro de 1947 no Bronx, Nova Iorque e faleceu aos 49 anos de câncer no ovário no dia 8 de abril de 1997 em Danbury, Connecticut.
Vida e obra
A carreira de Laura Nyro teve uma primeira fase, que compreende os quatro primeiros discos, de grande exposição pública, pois várias de suas canções tornaram-se sucesso na interpretação de outros, como Barbra Streisand, e os grupos Fifth Dimension, Three Dog Night, Peter, Paul & Mary e Blood, Sweat & Tears.
Recusando o comercialismo da indústria musical, retirou-se de cena por algum tempo, casou com o ex-soldado David Bianchini, separou-se e voltou com Smile (1976). No entanto, doravante seu caminho artístico passaria ao largo do grande público, com a recusa de Nyro de escrever música comercial ("a vida real está além de um pensamento do tipo 4/4")e de aparecer na televisão, bem como com o seu engajamento em causas como o feminismo, o pacifismo, os direitos dos povos indígenas e os direitos dos animais, o que afastou a crítica e o público que desejavam mero entretenimento. Entre os pontos altos da fase tardia de sua carreira, está a canção Broken rainbow, que escreveu para o filme homônimo, sobre o massacre dos índios Navajo pelo governo dos Estados Unidos. O filme de 1985, produzido por Maria Florio e Victoria Mudd, ganhou o Oscar de melhor documentário.
Ao morrer em 1997 da mesma doença (câncer no ovário) que havia levado sua mãe, deixou sua companheira Maria Desiderio e o filho Gil Bianchini. Entre os músicos que influenciou, estão Joni Mitchell, Suzanne Vega, Elvis Costello e Elton John. Suas músicas da fase mais tardia estão sendo recuperadas por artistas como Judy Kuhn e Audra McDonald.
Discografia Discos ao vivo e em estúdio
More than a new discovery (1966), relançado como The first songs (1973). Eli and the 13th confession (1968). New York Tendaberry (1969). Christmas and the beads of sweat (1970). Gonna take a moracle, com Labelle (1971). Smile (1976). Season of lights (ao vivo, 1977). Nested (1978). Mother's spiritual (1984). Laura Nyro live at the Bottom Line" (ao vivo, 1989). Walk the dog & light the light (1993).
Lançamentos póstumos
Spread your wings and fly, apresentação em Fillmore East (1971). Live from Mountain Stage, concerto para a West Virginia Public Radio (1990). Live from Japan (1994). The loom's desire, últimos concertos em Nova Iorque (1993 e 1994). Angel in the dark, últimas gravações em estúdio (1994 e 1995).
Coletâneas
Impressions (1980). Stoned Soul Picnic: The best of Laura Nyro (1997).
Mary Allin Travers (9 de novembro de 1936 - 16 de setembro de 2009) Foi uma cantora americana integrante do trio Peter, Paul and Mary. Travers fez sucesso nos anos 60 com as músicas "If I had a hammer", "Lemon tree," "Leaving on a jet Plane" e "Puff (The Magic Dragon)". Morreu aos 72 anos, vítima de leucemia.
Grace Barnett Wing, mais conhecida por Grace Slick (Evanston, 30 de outubro de 1939) é uma cantora e compositora estadunidense, conhecida por ter sido líder da banda de rock Jefferson Airplane, por sua participação nas incarnações posteriores da banda tais como Jefferson Starship e Starship, além de trabalho solo. Slick é considerada uma das mais importantes personalidades a levar o rock psicodélico à mídia. Ela está foi adicionada ao Hall da Fama do Rock and Roll em 1996, como integrante do Jefferson Airplane Grace Slick nasceu Evanston, região de Chicago, filha de Ivan W. Wing e sua esposa Virginia Barnett. Ela estudou em um colégio somente para garotas em Palo Alto, Califórnia, próximo a São Francisco, e após graduação estudou em Nova Iorque entre 1956 e 1958 e na Universidade de Miami entre 1957 e 1959. antes de entrar no mundo da música, exerceu a atividade de modelo por um curto período no início da década de 1960. Ela manteve amizade com Janis Joplin no início de sua carreira musical, durando até o falecimento de Joplin por overdose em 4 de outubro de 1970. Ela também teve um relacionamento amoroso com Jim Morrison, e tinha contatos com Jerry Garcia, do The Grateful Dead. Slick casou-se duas vezes, com o cineasta Gerald "Jerry" Slick e com Skip Johnson, que auxiliava o Jefferson Starship. Ela possui uma filha, China Wing Kantner, nascida em 1971. China é filha do ex-guitarrista do Jefferson Airplane Paul Kantner, que relacionou-se com Grace entre 1969 e 1975. Durante sua carreira, foi integrante de diversas bandas estado-unidenses de rock, como The Great Society, Jefferson Airplane e as incarnações posteriores do Airplane Jefferson Starship e Starship. Tanto a The Great Society quanto o Jefferson Airplane eram de São Francisco, e a transição entre uma banda e outra ocorreu após a saída de Signe Toly Anderson do Airplane. Canções notáveis que ela gravou nessa época incluem "White Rabbit", "Somebody to Love", "We Built This City", "Lather" e "Nothing's Gonna Stop Us Now". As canções "Somebody to Love" e "White Rabbit" aparecem na lista das 500 melhores canções de todos os tempos promovida pela revista Rolling Stone. Em contrapartida, em novembro de 2007, a canção "We Built this City" foi escolhida como a pior de todos os tempos pela revista de rock americana Blender. Grace lançou também alguns álbuns solo, incluindo Manhole, Dreams, Software e Welcome to the Wrecking Ball. Assim como a contemporânea Janis Joplin, Slick foi uma figura importante no desenvolvimento do rock no final da década de 1960. Seu estilo ímpar exerceu influência em outras artistas como Sandy Denny e Dolores O'Riordan. Assim como Joplin, seu estilo sem compromisso e sua voz ajudaram abriram portas para mais artistas mulheres no mundo do rock, até então dominado por homens. Slick e Tricia Nixon, filha do ex-presidente dos Estados Unidos da América Richard Nixon eram alunas do mesmo colégio. Por esse contato, junto com os outros alunos foi convidada para uma festa na Casa Branca em 1969. Ela convidou o ativista político Abbie Hoffman para acompanhá-la, e planejou colocar LSD no chá do presidente Nixon. Entretanto, o plano falhou após ela ter sido proibida até mesmo de entrar na Casa Branca (Slick et al 1998, pp 189-194). Em 1971, Grace foi multada após bater seu carro em um muro enquanto disputava corrida com Jorma Kaukonen (Slick et al 1998, pp 224-225). Ela sofreu somente ferimentos leves, e usou o incidente como base da canção "Never Argue with a German if You're Tired or European Song", do álbum Bark (1971) (Fong-Torres 1971, pp 28-30). O problema de alcoolismo de Slick tornou-se um problema para o Jefferson Starship, o que levou a duas noites desastrosas em concertos na Alemanha em 1978. Na primeira noite os fãs se revoltaram por Slick não ter conseguido se apresentar. Na noite seguinte, completamente embriagada, Slick chocou a audiência profanando e fazendo referências sexuais na maioria de suas canções. Ela ainda lembrou o público que seu país havia perdido a Segunda Guerra Mundial, perguntando repetidamente "Quem ganhou a guerra?", responsabilizando todos os alemães pelas atrocidades da guerra. Ela deixou a banda no dia seguinte, comentando publicamente seu problema com o álcool e com o uso de LSD. Após participação no Starship, deixou a banda em 1988 ao 48 anos. Seguido de uma breve reunião do Jefferson Airplane no ano seguinte, ela aposentou-se da carreira musical, dedicando-se à pintura. Entretanto, ela participou em "Knock Me Out", uma faixa do álbum In Flight de Linda Perry lançado em 1996, e que apareceu na trilha sonora do filme The Crow: City of Angels. Grace lançou uma autobiografia em 1998, Grace Slick: Somebody to Love? A Rock and Roll Memoir. Em 2006, a cantora sofreu diverticulite, e após uma cirurgia inicial teve um relapso, o que exigiu nova cirurgia e uma traqueostomia. Ela permaneceu em coma induzido por dois meses e teve que aprender a andar novamente depois.
Discografia Álbuns solo
Manhole (1973) Dreams (1980) Welcome to the Wrecking Ball! (1981) Software (1984) The Best of Grace Slick (2000) (compilação que também incluiu canções das fases no Jefferson Airplane, Jefferson Starship e Starship)
Lulu (cujo nome verdadeiro é Marie McDonald McLaughlin Lawrie) é uma cantora escocesa, mais conhecida por seu sucesso internacional To Sir, With Love. Ela nasceu em 3 de novembro de 1948 em Glasgow, e alçou à fama aos 15 anos com sua versão de Shout. Sua banda de apoio era chamada The Luvers, mas depois de mais alguns sucessos emplacados no Reino Unido, Lulu passou a seguir carreira solo. Em 1966 ela estreou como atriz com o filme To Sir, With Love, com Sidney Poitier. Lulu obteve grande sucesso com a faixa título do filme, chegando ao primeiro lugar das paradas norte-americanas. Enquanto isso, ela continuava sua carreira de cantora, participando de vários programas de TV e do Festival Eurovisão da Canção (Eurovision Song Contest, em 1969, vencendo com a música “Boom bang-a-bang”. No mesmo ano, Lulu casou-se com Maurice Gibb, um dos Bee Gees. Suas carreiras musicais, entretanto, levaram ao divórcio pouco tempo depois, em 1973. Apesar de sua carreira de cantora não ter ido muito longe, ela continuou atuando, mantendo sua popularidade no Reino Unido. Em 2000 Lulu foi condecorada com a Ordem do Império Britânico. Em 2003 ela lançou uma autobiografia, Don’t Wanna Fight No more, nome inspirado em uma canção de sucesso que ela compôs para Tina Turner. Em 2004 Lulu lançou o álbum Back on Track, seguindo em turnê pelo Reino Unido para celebrar seus 40 anos de carreira.
Petula Clark (Epsom, Inglaterra, 15 de novembro de 1932) é uma cantora britânica. Treinada para cantar por sua mãe soprano, Clark embarcou em uma carreira iniciada com a tenra idade de sete anos. Logo ela se fixou em programas de rádio britânicos e iniciou a interpretação de seu próprio show regular - Pet’s Parlour – consistindo de uma coletânea de canções patrióticas projetadas para impulsionar o moral das tropas britânicas na Segunda Guerra Mundial. Contava então 11 anos de idade Após entreter as tropas ao lado de estrelas como Julie Andrews e Anthony Newley, Clark debutou no cinema com o filme “A Medal for the General”, em 1944. No alvorecer dos anos 50, já era uma superstar em todo o Reino Unido, com o compromisso de atuar em duas dúzias de filmes. Em 1954 “The Litlle Shoemaker” foi seu primeiro sucesso que esteve entre as vinte mais preferidas do público, enquanto que em 1960 a canção “Sailor” obtinha índices expressivos de sucesso. Assim, Clark esforçou-se para verter sua imagem de adolescente. Após vender 1 milhão de cópias em 1961, com a canção “Romeo”, casou-se e mudou-se para a França, estabelecendo uma base forte de fãs pelos sucessos das canções “Ya Ya Twist”, “Chariot” e “Monsieur”, que marcou uma nova fase de seu repertório, mais sofisticado e escorado por vocais cristalinos. Surfando a onda da invasão britânica, Clark pôde finalmente penetrar no mercado estado-unidense em 1964 com o mega sucesso vencedor de um Grammy “Downtown”, aliás, o primeiro e único alcançado por uma mulher britânica que estourou nas paradas do Top Ten (dez mais) dos EUA. Mas não ficou só nisso. Outros sucessos alcançaram o Top Ten, (escritas e com arranjos de Tony Hatch), como em 1965 “I Know a Place” e em 1966 “I Couldn’t Live Without Your Love” e o estrondoso sucesso “My Love”. Ao mesmo tempo ela resplandeceu em toda a Europa, estando nas primeiras posições do sucesso em 1967 com a canção “This is my Song” feito para o filme “A Countess From Hong Kong”. Atuou em seu próprio programa na BBC de Londres e em 1968 participou do controvertido especial do canal NBC, quando os patrocinadores pediram que um segmento com o convidado Harry Belafonte fosse editado, pelo fato de ele ser negro e estar encostado em Petula Clark nas gravações. Depois de um protesto de Clark o filme permaneceu conforme a gravação No fim dos anos 60, o status comercial de Petula Clark deslanchou enquanto canções como “Don’t Sleep in th Subway”, “The Other Man’s Grass is Always Greener” e “Kiss Me Goodbye” faziam sucesso em ambos os lados do Atlântico. Em 1968 também reiniciou sua carreira no cinema estrelando “Finian’s Rainbow” seguido um ano mais tarde por “Goodbye Mr. Chips”. Anos mais tarde, Clark se dedicou a turnês internacionais, atuando até os dias atuais. Atualmente seu hit, Downtown, participou de forma marcanta do seriado Lost da American Broadcasting Company americana, quando a personagem Juliet Burke(Elizabeth Mitchell) a escuta.